[01 x 05] - Kapa Kapa Delta

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Re: [01 x 05] - Kapa Kapa Delta

Mensagem por Admin em Seg Jun 26, 2017 8:30 pm

ALISSON E DEAN:

Se pensarem bem, vocês quem atiraram primeiro.

Ao menos Dean esta levando consigo uma lembrança.

Por poucos segundos, Alisson fica até feliz de voltar para dentro da casa.

Bem poucos.

- DEAN! - Darlene puxa Dean poucos metros, sussurrando inutilmente como se não quisesse ser ouvida. - Enquanto você foi comprar uma roupa de halloween eu solucionei tudo! Sabe aquela garota que veio com sua amiguinha? Pois é. Ela NÃO ESTA na lista de convidadas! E ela aproveitou enquanto me destraia e fugiu com a lider delas. Foi ela, eu SINTO!

Cada um com sua teoria.

Enquanto Alisson consegue claramente ouvir sua suposta melhor amiga ser acusada de ser a psicopata do colegial, não demora muito para tambem a procurem:



- Temos um problema.

Uma das garotas...Que você não faz muita questão de lembrar o numero lhe olha um tanto horrorizada:

- O Freezer... Ele esta vazio!

Parece que alguem não gosta de sair deixando seus corpos por ai.

- Com vazio...Eu quis dizer sem o corpo dentro sabe? Não comida. Nunca tem comida la dentro.

Pelo jeito, nem todos tem o talento para detetive.
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Re: [01 x 05] - Kapa Kapa Delta

Mensagem por Admin em Ter Jun 27, 2017 6:39 pm

VICTOR E BREE:

Talvez as respostas tenham sido demais, ou simplesmente viram a importância de se apressarem.

Porque vocês ja perderam tempo demais ali. Literalmente. E esses minutos de respostas podem fazer falta depois.

Mas não vamos pensar nisso agora.

- Obrigado Victor. - O Xerife consegue ouvir enquanto sai, apesar que mesmo que se virasse veria Colt com a mesma expressão, mas a gratidão era verdadeira. Você havia garantido o descanso final de uma das filhas dele e estava indo salvar a outra Vic...Para mim parece razão o bastante.

Enquanto Bree termina a situação, você bate a porta do carro e tem tempo para ler a pagina.

" Não importa o que seja feito, a maldição sempre persiste. Ela passa por cada um de nós, e esta agora em mim. Talvez fosse melhor dizer a Victor, mas até agora a mesma não deu sinal. Eu não sei qual a ligação que isso tem com o resto, mas seria tolice ignorar os fatos. Todas elas, todas estão mortas. Não importa o que seja feito, não importa o tempo que passaram juntos, mesmo que o relacionamento tenha acabado. Até aonde consegui traçar nossa arvore geneologica, todas aqueles que um de nós acaba se envolvendo tem uma morte ligada ao sobrenatural."

" Eu tenho que lidar com essa caçada sem fim, para tentar esconder que a culpa foi minha. Ou fazer o bem até que na minha cabeça seja o bastante, ou até que a morte também me encontre. Os lobisomens...Eles tem uma ligação com isso, querem algo mas parecem não saber detalhes. Droga, eu entregaria alegremente aos desgraçados se isso significasse acabar tudo! Eles vão nos perseguir, dizem que até que o ultimo de nós esteja vivo. Nossas mulheres pagam o preço...Cada uma delas. "


Lobisomens.

Mortes, mulheres que todos de sua família tiveram um relacionamento.

Cada uma delas Vic.

Eis o momento que Bree bate a porta do carro e pede as chaves.

Eu não me importo muito com quem vai dirigir.

As instruções de Colt na verdade são coordenadas: E a mesma leva ao que parece ser uma velha mina abandonada.



Enquanto espreitam o cenário, e possivelmente se armam até os dentes, Bree não pode deixar de perceber um carro mais afastado.

Talvez fosse só um desgraçado qualquer, mas sabe o que dizem sobre relacionamentos: Depois que eles chegam ao fim, criamos um conhecimento inútil. Lembramos de todo tipo de coisa: Comida favorita, estilo de musica, pedaços de filmes que eles nos obrigaram a ver...



E especialmente a lata velha que ele se recusava a largar, por mais que você reclamasse

Sua companhia parece ter a atenção roubada por um carro, enquanto você presta atenção na entrada Vic.

E então?
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Re: [01 x 05] - Kapa Kapa Delta

Mensagem por Dean Hartigan em Ter Jul 04, 2017 12:47 am

Darlene puxa Dean e fala sua teoria para ele. Dean coça o queixo, coloca a mão no ombro de Darlene e meneia a cabeça.

Dean: Darly... vai por mim. Seu sexto-sentido tá fraco. Eu vi a garota saindo... e ela não estava levando nada consigo. Inclusive, quando ela passou por mim, nós falamos um com o outro...

Ele cochicha no ouvido dela.

Dean: Ela e aquela ali - aponta com o dedão para Alisson - são do meu departamento e estão disfarçadas comigo. Agora...

Ele ajeita a gravata dela e sorri...

Dean: Faça um bom trabalho de policial. Fique aqui com essas garotas enquanto eu...

Mas notícias ruins vêm a galope, certo? Logo, uma loirinha com cara de abobada vem falar sobre o freezer estar vazio. Dean olha por cima do ombro de Darlene e passa pelo lado dela, indo até a garota.

Dean: Como assim vazio? Corpos não saem andando de freezers assim!

Claro que saem... você sabe que nada é o que parece. Tudo bem... Anne pode estar em perigo a uma hora dessas...
Ele volta até Alisson...

Dean: Vamos achar Anne e descobrir o que está acontecendo aqui. Estou ficando confuso... e eu odeio ficar confuso.

Então, iriam sair pela outra porta, a que não entraram, para tentar achar Anne. Enquanto isso, ele ligaria para o celular de Anne... e se conseguisse, perguntaria onde ela estava.
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Re: [01 x 05] - Kapa Kapa Delta

Mensagem por Breanna "Bree" Morgan em Ter Jul 04, 2017 11:54 am

Ok, era hora de partir, com ou sem despedidas emocionantes.
 
Bree entrou ao carro, quase ao mesmo tempo que Victor passava a ler o papel. E foi quase no momento que Victor terminou de ler o papel que Bree simplesmente estendeu a mão e tirou o papel da mão dele, o pegando desprevenido, e logo os claros olhos estavam ao papel, ela leu em silencio, e ao final um sorriso brotou ao rosto.
 
Enfim. Tinham que chegar logo para impedir alguma merda.
O que já os colocava diretamente na merda.
Ou os fazia fazer ainda mais merda.
Enfim. Vai dar merda!
 
Bree não esperou qualquer aprovação, pegou a chave do carro e logo se colocou a dirigir, olhou de canto de olhos para Victor e jogou o papel de volta pra ele.
 
- Bem vindo ao mundo de 99,9% dos caçadores.
 
Não foi por este motivo que Bree terminou o relacionamento com Jay? Não era por este motivo que todos mantinham-se a estrada, solitários?
 
A questão toda é que pra Victor estava escrito em um papel o que psicologicamente levava as pessoas a pensarem que era mais eminente do que se não estivesse.
 
Foi tudo que a morena disse, enquanto apenas acelerou o carro e manteve-se a estrada, colocou uma música ao rádio e pareceu nem sequer dar importância ao que havia lido...
 
“A maldição da masturbação eterna”
 
...
 
Não demorou muito a chegarem a entrada daquela mina abandonada, Bree foi a primeira a descer do carro.
 
Enquanto ainda colocava a arma no coldre da cintura, os olhos logo viram aquele carro.
 
A lata velha...
 
aquela merda que vinha justo quando Bree sabia que ia dar merda.
 
E deu...
 
- Puta que pariu....
 
A morena resmungou sem um vestígio de deboche.
 
E bom, Bree sofre de outra maldição, esta é mais típica, não precisa mexer com o sobrenatural.
 
“ A Maldição do ex eterno”
 
Bree nem precisava ir até o carro para saber que era de Jay, ela reconheceria aquele carro aonde fosse.
 
Bree suspirou fundo, e passou as mãos ao rosto, fechando os olhos  com força, e jogando a cabeça pra trás.
 
Logo sacudiu a cabeça em negativo e então virou-se na direção de Victor, que certamente deveria estar “babando” para entrar na mina. Os olhos ficaram fixos aos dele alguns instantes, e era como se mil coisas passassem na cabeça da morena.
 
Ela refletia sobre o que havia lido naquele papel e como Victor podia condenar alguém.
 
Sentia tanta raiva daquela situação, e de Jay estar metido nisto, alguém estar querendo brincar com seu “ponto fraco”.
 
O mundo querendo foder ela.
 
aquela vontade de se sentir vida, de viver no limite.
 
De desafia a morte.
 
Logo ela caminhou a passos decididos na direção de Victor sem tirar os olhos do rapaz, mas era como se ela nem visse você a frente dela índio.
 
A morena simplesmente estendeu as mãos segurando o rosto dele, e sem qualquer permissão, novamente. Ou aprovação.
 
Ou reação.
 
Ela colou os lábios aos do rapaz e os selou em um beijo roubado.
 
Mas nem por isto deixou de ser molhado, logo a língua tomou a boca dele, e ela prolongou o momento.
 
E eu tenho que dizer.
 
Apesar de Breanna ser a mulher mais louca da face da terra, ela era extremamente linda.
 
Linda como uma manhã de Natal, como algo puro e doce que você só consegue sentir quando toca, ou quando este algo te toca.
 
Era um gosto único mesmo que ela não desse valor a ele.
 
Mesmo que ela saísse beijando bocas por ai, sem rumo, dormindo em qualquer lugar.
 
Era uma sensação de que era único.
Porque essência ninguém esconde.
 
Essência é parte do que você é , da forma como você cheira, ou do jeito que sua boca se move quando você fala, ou beija.
 
E a dela era pura.
 
Mesmo que a atitude fosse uma explosão de insanidade, com um beijo mais brusco e menos contido. E que a proximidade do corpo contivesse um calor que só Lucifer consegue manter no Inferno.
 
Ainda assim era confuso como ternura e sensualidade se misturavam em único ser.
 
Era como ir do céu ao Inferno em segundos, e depois não saber mais onde estava.
 
Então cuidado para não se perder, Indio.
 
Porque tem maldições piores que esta do papel, e  Breanna leva o nome de uma delas.
 
E a reação dele que se fodesse.
 
Porque Bree era assim, fazia o que queria, pegava o que queria.
 
e depois?
 
Foda-se.
 
Recuou descolando os lábios em um estralo, e logo acomodou o chapéu de cowboi a cabeça, tirando alguns fios de cabelo do rosto e dos lábios, olhando-o deu uma risada debochada, e então deu as costas caminhando na direção do carro.
 
Mas antes disto, ergueu as mãos ao ar, com o dedo do meio levantado e deu um alto grito.
 
- FODA-SE!.
 
Selando a maldição, o beijo da morte.
 
Se é pra ir pro Inferno, Bree já prefere abraçar o demônio.
 
 
Mas no momento, ela ia investigar o carro, já com a arma em punho, e caso estivesse escurecendo, uma lanterna na outra mão.
 
E Vic?.
 
Se você vai vir junto.
Se você vai pedir pra um Pajé tirar esta maldição de você.
Ou se você quer mais?.
 
Problema seu querido, o meu eu já resolvi.
 
com sua ajuda, claro.
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Re: [01 x 05] - Kapa Kapa Delta

Mensagem por Waya Victor Ka-e-te-nay em Ter Jul 04, 2017 4:22 pm

Victor não se virava para ouvir Colt.

Era como se nem mesmo tivesse ouvido.

Não se importava com a gratidão, ou não, de Colt… Não fazia aquilo por ele nem por ninguém.

Fazia porque era o certo.

E porque havia nascido para isso.

Era tudo o que importava.

Estava a caminho do Bronco quando Bree pediu a chave daquele modo.

Hesitou por alguns segundos, e então apanhou a chave e entregou a garota.

Não, não gostava nem um pouco daquilo… Mas precisava colocar as ideias em ordem.

Além do mais… Talvez a garota precisasse disso para sossegar o rabo.

As chaves eram bem antigas, com marcas e ranhuras por toda parte. Havia apenas um chaveiro… Um pedaço de madeira avermelhado bem trabalhado, mas claramente algo artesanal. Na ponta oposta da argola da chave, ele abrigava uma pequena lâmina.

Um canivete caseiro, feito pelo índio ou por algum conhecido.

Já o Bronco, por sua vez, era muito bem cuidado… Parecia ter saído hoje da fábrica.

Mas, obviamente, o hoje seria em 1974.

Por isso, não era dos mais confortáveis para se dirigir, Bree: Era duro para manobrar, já que não possuía direção hidraulica; A embreagem era um pouco rígida, você demoraria um pouco para se acostumar a fazer a força necessária e sem contar com a alavanca de câmbio, bem justa.

O painel era inteiro de metal, pintado de preto, assim como as barras de proteção na parte interna.

Logo Vic já subia no carro, colocava as coordenadas no GPS grande que estava preso no painel e afivelava o cinto.

Pendurado no retrovisor, havia um barbante avermelhado, com uma longa pena branca amarrada cuidadosamente pelo caule.

O cheiro de Victor impregnava o veículo, afinal ali era a casa dele, literalmente.

Ele passava mais tempo ali do que em qualquer outro lugar.

No banco de trás estava uma pesada mala de viagens, já que ele não havia se hospedado em lugar algum e carregava consigo todas suas roupas.

Durante o percurso, Victor ficou quieto por algum tempo… Até finalmente pegar a maldita folha para ler.

E era bem verdade, não queria ter lido.

A caligrafia do pai logo lhe inundava com uma sensação incômoda, como se uma mão gelada envolvesse sua tranqueia e dificultasse sua respiração.

Leu umas duas vezes para finalmente entender o que havia ali.

Foi praticamente neste momento em que Bree pegou a folha.

A notícia o tinha impactado tanto, que ele nem reagia.

Enquanto ela lia, sua mente se perdia.

Ele… Tinha aquela… Maldição?

Nossas mulheres.

Em sua mente, uma enxurrada de mulheres passaram como que em um flash.

Bartenders.

Pessoas que ele havia salvo.

Prostitutas.

Todas as mulheres que ele um dia havia se deitado.

Era isso que ativava?

Ou o que?

Um beijo e a mulher era condenada?

Neste momento lembrou-se de Allie, de quando se beijaram.

Em pensamento, agradeceu por nunca ter transado com a garota… E por ter abandonado ela, afinal… Agora ela ficaria em segurança longe dele.

Certo?

Era difícil saber… Mas… Se fosse algo tão simplório como um beijo, haveria uma trilha de morte atrás de si.

E não era o caso.

E se não fosse contato físico em si… E apenas sentimentos?

O que sentia por Allie, afinal?

No momento era apenas raiva, por ela ter escolhido ficar com Dean e Anne.

Mas o que alimentava aquela raiva, afinal?

Havia algo que alimentasse aquele sentimento?

Ou era o que ele sentia, desde o início, que havia se tornado em apenas mágoa?

Logo a voz de Bree o tirou daquele torpor.

Haviam chego.

Olhou com atenção para a mina e então desceu do carro, arrancando, antes, as chaves do contato.

Do lado de trás do carro, abriu o porta-malas revelando um porta-malas bem comum… Até que ele abriu uma espécie de gaveta, escondida a olhos desatentos.

Cuidadosamente, presos em uma espuma condensada, haviam várias armas. De escopetas de cano curto a facas de diversos tamanhos, formatos e lâminas diferentes.

Havia até mesmo um terço pendurado, feito de contas brancas, além de frascos com água benta e uma insanidade de coisas.

Victor se equipava como podia… Colocando algumas pistolas espalhadas pelo corpo, trazendo consigo uma escopeta de cano cerrado, enfiando nos bolsos uma boa quantidade de munição variada.

Sua cabeça fervilhava de pensamentos relacionados a maldita maldição. Pensava em todas as garotas que havia ficado.

Até perceber que Bree não havia se aproximado.

Esperava que ela se servisse das armas também, e quando voltou os olhos para ela, ela caminhava em sua direção, o encarando.

Ela se aproximava vagarosamente, o encarando… E a expressão dele era de grande confusão.

Até que ela segurou seu rosto com firmeza e o beijou.

Automaticamente, levou as mãos aos ombros dela… Pronto para empurrá-la, o que chegava a fazer, a princípio, conforme recuava o corpo.

Mas Bree colava o corpo ao seu, e o empurrava contra o Bronco.

Sua língua abria caminho… E Victor reagia. Afinal era impossível não reagir aquela mulher.

Correspondia seu beijo.

Sem sequer conseguir imaginar o que pesava na cabeça daquela maluca.

Por alguns segundos, durante o beijo, não conseguia nem pensar em nada a não ser sentir os lábios de Bree contra o seu.

Seu corpo colado ao seu.

Suas mãos, ao invés de empurrá-la, a puxava para mais perto, chegando até a puxá-la pelos cabelos contra seu próprio rosto.

Obviamente, aquilo não durava muito.

Logo a razão voltava a tona.

E apesar de corresponder o beijo, de deixar sua língua duelar por controle contra a de Bree, ele a afastava com um empurrão mais vigoroso.

- O… O que pensa que está fazendo?! - Perguntou, erguendo um pouco o tom de voz – Você não leu aquela porra?!

A garota recuava, arrumava seu chapéu e mostrava o dedo em riste para os céus.

- Você é maluca… - Ele respondia, quase em um sussurro.

Agora, além de se preocupar com Allie e todas as garotas que havia se relacionado, acrescentava Bree na história.

Ótimo.

Viu a garota sacar sua arma e lhe dar as costas, caminhando em direção ao carro.

Suspirou fundo e bateu a porta do Bronco, passando as costas da mão contra os lábios, para limpar os vestígios do beijo. Tentando ignorar o que havia sentido ao beijá-la.

Quanto mais fugia dos problemas, mais eles corriam atrás dele.

Painel

Armas (parte delas)
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Re: [01 x 05] - Kapa Kapa Delta

Mensagem por Breanna "Bree" Morgan em Ter Jul 04, 2017 4:47 pm

Adendo:
 
A questão é que Bree realmente não se importa com o que as pessoas querem...
 
Como eu te disse, Vic.
 
Ela pega o que quer na hora que dá na telha.
 
bem diferente de como você vive sua vidinha, não é?
 
Quem pode culpa-los?....
 
Ela sentia o rapaz recuar, e foi neste instante que ela avançou, deixando o corpo recostar ao dele, e logo ao carro.
 
Questão de segundos.
 
Ato e consequência.
 
E é obvio que não se passa nada na cabeça dela, Vic.
 
Além dos motivos insanos que ela tem para tomar este tipo de atitudes.
 
Estúpidas, suicidas.
 
Foram segundos, segundos, para o rapaz reagir, em pouco tempo era ele quem puxava o corpo da garota para perto do seu, e logo bagunçava seus fios castanhos puxando ainda mais a boca para sua.
 
Assim como eles duelavam o tempo todo, as línguas fizeram o mesmo.
 
Mas logo Victor a empurrava, e Bree recuava com aquele sorriso de moleca ao rosto.
 
Ela o encarou enquanto ele parecia se desesperar.
 
Se irritar.
 
questiona-la.
 
Bree abria ainda mais o sorriso.
 
- É claro que eu li....
 
Logo ela deu de ombros e virou as costas, após aquele gesto, caminhava na direção do carro.
 
Os passos seguiram quase em saltos, era quase como se ele estivesse saltitando até o carro, sempre daquele jeito meio de moleca, meio inconsequente.
 
TOTALMENTE inconsequente e suicida, diga-se de passagem.
 
Pra quem acabou de abraçar a morte, felicidade é pouca!
 
Logo Bree notou os passos atrás de si, ela parou, virou-se na direção de Victor, e arqueou a sobrancelha.
 
Ué....
 
estendeu a mão ao ar, e começou a fazer um gesto como se puxasse uma corda imaginária.
 
Na medida que você andava Victor....
 
Tipo...uma coleira?
 
Apesar da forma como você levava a sério, ela parecia tirar com sua cara.
 
Mas logo ela abaixou as mãos e virou-se de costas, encarando o carro e murmurou.
 
- Achei que tinha alguém aqui ansioso para brincar de minerador....
 
olhou de canto de olhos para Victor, e logo fez sinal com o indicador no canto dos próprios lábios.
 

Limpa o batom, Victor.
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Re: [01 x 05] - Kapa Kapa Delta

Mensagem por Annelisa Deveraux em Qui Jul 06, 2017 12:23 pm

Correr parecia ser realmente o plano imediato.

E era o que ela fazia.

Não podia atirar, ainda não.

Porque existia a possibilidade de se tratar de uma das garotas ou qualquer outro estudante idiota da universidade. Por isso, mesmo que de costas, Anne fugia, mas sem tirá-lo do foco. Certo... Agora assumira o papel de donzela? Sério? Ok... Cadê a parte que um príncipe lindo e charmoso aparece para salvá-la? Diferente do que acontece nos filmes, Annelisa prefere as versões dos contos da Disney.

Apesar dos pensamentos mais irracionais atravessarem a sua mente naquele momento, a aceleração cardíaca indicava algo bastante real...

Medo.

Mas ela o neutralizava. Ou tentava.

O medo a enfraquecia.

Ela não era fraca.

Não... Não era, não queria aquela função ridícula de criatura indefesa.

No entanto, o destino gostava de desafiá-la, embaralhar suas perspectivas e, principalmente, cuspir verdades na sua cara. Pois duvidava que Victor, Allie, Faith ou Dean cometeriam o erro estúpido de... tropeçar.

Num corpo.

Tão amadora... Que quase pegou o machado e o cravou na própria garganta.

Burra! Burra! Burra!

A arma voou para um lado e a lanterna para outro e o movimento giratório distribuía feixes de luz em meio a escuridão do longo corredor. Com as costas coladas no chão, Anne sentiu o demônio cretino se aproximar e... últimos minutos?

Aconteceu rápido demais.

Sobrenaturamente rápido.

Isso ainda a surpreende?

O peito subia e descia de maneira violenta.

Medo?

Sim, medo.

Muito, é verdade.

Impossível não lembrar de algumas coisas e pessoas...

Pensa em Burton.

Velho bobo... Escolheu a menina errada...

Mas, um detalhe se sobressai no instante que aquilo não executa o golpe. E a mesma curiosidade que assume as ações dele se refletem nas íris quase negras da loira. Aproveitando a brecha, a mão desliza pela perna, de encontro ao cano da bota, porém nenhum movimento se faz necessário, já que em seguida, algo acerta a cabeça do monstro, lhe dando preciosos segundos. E é nesse espaço de tempo que Chanel Oberin a puxa com uma força assombrosa e forjada em meio a adrenalina. Segurando-a pela mão, ajuda Anne a escapar.

Arma, lanterna... tudo ficou para trás.

Apenas seguia a senhorita Oberin, meio atordoada, mas sintetizando o caminho.

Enfim... as duas alcançam um lugar preparado para alguma espécie de ritual. Assim como Chanel, também se curva para recuperar o fôlego enquanto os olhos vasculham o ambiente - Chanel... - chama a atenção da garota - Nessas lendas... Existe um demônio ou ele se trata de um "elemento surpresa"? - recuperada da fuga, pegou a faca e encarou o seu "cavalheiro de armadura" - Obrigada.

Annelisa anda até o centro do círculo - É MELHOR QUE APAREÇA AGORA! CHEGA DESSES JOGUINHOS IRRITANTES! O QUE QUER, AFINAL?

Nada como um bom clichê motivacional para atrair o psicopata...

Não é a parte em que ele surge, cheio de pose?
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Re: [01 x 05] - Kapa Kapa Delta

Mensagem por Allison Reynolds em Qui Jul 06, 2017 8:53 pm

É difícil disfarçar a impaciência quando a "parceira" de Dean puxa ele para o lado e começa a falar. Afinal, ela não parece fazer a menor ideia do que eles estavam lidando ali. Aliás, apesar do tom de voz dela estar mais baixo que o normal (ok, ela estava se esforçando), Allie ainda podia ouvir perfeitamente o que ela dizia. Essa maluca tá realmente acusando a Anne?

Ao menos a fala dela serviu para saber que havia saído dali com Chanel. Quer dizer, A Chanel, a única que tinha um sobrenome.

A maluca que menos confiava entre todas as malucas que haviam ali. Obviamente, fruto mais de antipatia do que realmente alguma suspeita concreta. Mas vai saber o que essas malucas loucas por popularidade são capazes de fazer. Allie revirava os olhos. "Parabéns, detetive, seus critérios para desconfiar de alguém são os mesmos da Darlene: não ir com a cara"

Ah, que se dane.

A ex-stripper já se preparava para seguir pela casa procurando a amiga, não podia esperar Dean se explicar com Darlene, e se Anne estivesse com problemas?

Mas antes que pudesse sair dali, uma outra Chanel, aquela que não era tão detestável e havia acreditado que Cora Corman se alimentava de ração de cachorro, parava a tatuada e lhe dizia que o corpo havia desaparecido do freezer.

Claro, porque nenhum problema vem sozinho, não é mesmo?

Talvez a garota não tivesse morrido... não, isso era um pensamento idiota, acho que passar esse tempo na fraternidade parece estar me afetando negativamente. Anne trabalhava no necrotério, se a Chanel não estivesse morta, ela obviamente saberia.

O que leva a segunda hipótese. Porque tudo que Allie mais precisava na vida eram kapa kapas zumbis.

Ah, o horror.

Dean se aproximava e questionava a garota. Será que Dean está pensando na mesma possibilidade que eu?

Mas, no final das contas, já vi o suficiente para saber que nada de relevante vai sair daí, então, depois a gente tenta entender o que tá acontecendo. Estou tão confusa quanto você.

- Você viu para onde a Anne foi? É... a garota que veio comigo. - perguntava para a loirinha, se soubessem para onde ela foi com Chanel seria mais fácil, afinal aquele lugar parecia enorme.

Logo eles saíam atrás de Anne, seja com direções concretas ou sem rumo definido. Enquanto Dean tentava falar com Anne, Allie mantinha-se atenta, arma em punho, conforme iam abrindo caminho.

É, seu desgraçado fantasiado de merda, você não vai me pegar desprevenida dessa vez.
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Re: [01 x 05] - Kapa Kapa Delta

Mensagem por Admin em Dom Jul 09, 2017 8:21 pm

Victor e Bree:

Oh que bonitinho...

Victor até que é bastante esperto, parece rapidamente entender o que esta acontecendo, e as condições de sua "maldição"? Logo se preocupando com todos que se envolveu até hoje, sendo que em algum lugar desta lista se encontra Alisson. Talvez como uma forma de..."Anima-lo", Bree parece beija-lo. Entretanto, vamos deixar de lado que isso não tem nada com o que estamos passando agora e isso não explica o que seus amigos peludos querem com você e fazer uma pergunta mais especifica Victor.

Não seria facil demais?

Quer dizer...Você seria basicamente uma arma de destruição certo? Afinal como disse, sua reunião de turma poderia ser bem vazia.

Então deve ter algum detalhe faltando em meio disso.

Mas então, vamos ver do que se trata com o tempo.

Em meio a toda situação, vocês andam pela mina, coberta pela escuridão e teias de aranha. A medida que mergulham na escuridão e não encontram nada, absolutamente nada a frustração e tensão apenas cresce em meio ao som de seus passos e respiração, até que finalmente encontram uma bifurcação e...Algo mais: Uma bela flecha apontando para Esquerda com o nome de Bree, e uma para o lado oposto com o nome de Victor.

Querem que vocês se separem?

Mas esperar que o fizessem seria meio prematuro Victor.

Provavelmente, saberiam que você acompanharia Bree.

Então...Eles preveram isso. E ja fizeram as flechas imaginando o que pensaria?

Afinal eles o conhecem Victor, conhecem muito bem...

Isso não esta levando a nada Xerife. Quanto mais você pensa, mais confuso fica.

E talvez, seja isso que queriam no final das contas.

Anne:

Fazendo novas amigas? Que bonitinho...

Channel parece apenas querer recuperar o seu folego enquanto você pergunta, e ela incapaz de falar apenas faz um "não" com a cabeça, negando qualquer coisa relacionada ao demônio.

Entretanto, ao ouvir você agradecer...

- Por favor, eu não posso descartar você assim tão fácil. Afinal quando não restarem outras garotas, com certeza Emily vai vir para cima de mim.

Não demorou muito para você lamentar Anne.

E logo respondendo ao seu chamado...




Talvez você tivesse realmente motivada para uma briga de facas, um contra o outro. Mas Channel parece ter outros planos e corre, ainda segurando você. E logo da aquela volta em circulo, enquanto grita em um volume bem alto, e bem cliche. Claro que estando onde estão, naquela decoração circular vocês logo dão uma volta.

E outra...E outra.

O demônio parece não se importar do ridiculo da situação, ao menos não parece por tras daquela mascara.

A garota loira por outro lado, parece um tanto frustrada de forma a não demorar a descartar sua mão e correr para dentro do labirinto de grama.

A criatura vermelha, ja demonstrando desinteresse por você, corre perseguindo sua vitima que grita e não demora a sumirem pelo labirinto.

Enquanto você Anne, pode voltar por onde veio e deixar Channel ter o que ela provavelmente merece...Ou pode entrar na copia de O Iluminado.

Afinal é apenas um labirinto de grama com um psicopata....

Dean e Alisson:

Darlene houve Dean com toda atenção:

- Não percebe? É o disfarce perfeito! A não ser...Espera, ahhh claro! Você ja sacou isso,e esta me testando. Eu vi isso nos livros de mistério da série Quantico....E na série que também se chamava "Quantico." Não se preocupe Dean, eu...

Interrupções, interrupções.

Alisson e suas desventuras no freezer. Talvez deixar alguem de guarda ali não fosse uma idéia tão ruim

- Nós vamos morrer. Eu sabia...Eu sabia que era um erro, essa casa é amaldiçoada, e agora nos todas vamos morrer!


Alguém esta surtando demais para lhe dar uma resposta coerente Alisson.

Entretanto, Darlene parece finalmente querer colaborar:

- Isso ja foi longe demais, eu vou atras da reitora. Dean, esse lugar é um labirinto, mas eu sei aonde os tuneis levam: Tem um labirinto de grama, estilo iluminado atras da casa. Vocês podem entrar pela saída, eu aposto que não é coincidência e alguma coisa esta acontecendo la no meio.

Realmente, alguma coisa esta la no meio Dean.

Esperando...
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Re: [01 x 05] - Kapa Kapa Delta

Mensagem por Allison Reynolds em Dom Jul 09, 2017 9:39 pm

Hmm talvez Darlene esteja mancomunada com os assassinos para nos tirar do foco? Porque olha, não é possível que ela ainda esteja insistindo nisso. Nah, ela provavelmente só está obcecada em culpar a Anne de alguma forma... para dizer que no final das contas, ela estava certa.

Spoiler:

"E são por esses motivos que a Anne foi quem armou a porra toda"

Só que isso não é uma porra de uma série, Darlene!

A Chanel dizendo que todas vão morrer quase faz com que Allie sinta pena. Quase. Aham. A tatuada balança a cabeça, colocando uma mão no ombro da garota, sentia vontade de correr dali para ver se Anne estava bem, mas não podia simplesmente...

Olha, ser uma boa pessoa definitivamente é uma droga.

- Ninguém vai morrer, ok? - e esse era o melhor tom tranquilizador que Allie conseguia utilizar no momento.

Por um milagre, Darlene dizia algo diferente de acusar Anne, dava uma informação útil. Então só precisavam ir até o labirinto, entrar pela saída e...

Bom, seja lá o que forem encontrar lá, era melhor irem logo.

A tatuada sacava novamente a arma, respirando fundo para retomar o foco. Próximo a porta de saída dos fundos, Allie dava para Dean um sorriso encorajador antes de saírem da casa, encontrando o labirinto de grama que ficava nos fundos da casa.

- Agora nós saímos do terror universitário e entramos num filme com o David Bowie. É mais o meu tipo de cenário. - Allie dava de ombros e comentava, antes de entrarem no labirinto.

Não deveria ser um labirinto tããão complicado, já que se fosse as Chaneis provavelmente ficariam perdidas ali por dias.

É, talvez Allie não seja uma pessoa tão boa assim. Whatever.
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Re: [01 x 05] - Kapa Kapa Delta

Mensagem por Dean Hartigan em Ter Jul 11, 2017 12:40 am

Dean ouve tudo o que Darlene diz e meneia a cabeça, depois colocando a mão no ombro dela.

Dean: Olha, Darlene... se você se basear pelos livros, infelizmente você vai terminar com pendurada pelo pescoço ou sangrando em uma banheira. Eu já estou atrás de psicopatas há um tempo pra saber que não é bem assim que acontece.

Infelizmente eu me preocupo. Poderia dizer "foda-se, faça como quiser. É o seu funeral..." mas eu não sou desse tipo de cara... então eu dou o melhor conselho que posso. Você decide o que fará com ele, Darly...

Porém, quando Darlene fala que vai falar com a reitora, Dean é irônico tentando mostrar que aquela é uma ação estúpida.

Dean: Isso... alerte ela e acabe com todo o disfarce e 7 meses de investigação. Jeez, Darlene, achei que você iria ser um dos nossos...

Apelei para o ego dela. Tomara que funcione. Espero que ela não alerte ninguém. Quanto mais gente souber disso, pior vai ser a encrenca...

Allie tenta acalmar a garota que está surtando e ele apenas observa. Quando Darlene fala do labirinto, eles resolvem sair, mas antes de entrarem, Dean fala...

Dean: Espera. Eu já vi que pistolas não vão fazer o trabalho tão bem feito. Vem comigo.

Poucos segundos depois ele abre o porta-malas do carro, levanta o pneu sobressalente, revelando as armas escondidas. Ele pega a escopeta de cano serrado e uma caixa de munições, além de um revólver colt python calibre .22 que pode furar um rinonceronte... olha para Allie.

Dean: Vai querer algo?

Senão, vamos logo...
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Re: [01 x 05] - Kapa Kapa Delta

Mensagem por Annelisa Deveraux em Ter Jul 11, 2017 2:14 pm

Spoiler:

Realmente.

Uma verdadeira suspeita, Darly... Olha a carinha.

Não que isso seja regra... Considerando que nem a tatuada conhece toda a história.

Nem mesmo Anne.

...

Enfim...

Legal, né? Para dar uma resposta IMPORTANTE sobre uma situação LITERALMENTE de vida ou morte, Chanel não tinha o menor fôlego... AGORA, para justificar a porcaria de uma atitude...

Textão. Barra. Textão.

Annelisa apertou as têmporas, algo que já estava ficando mais do que automático, e liberou um sonoro e proposital suspiro - Você realmente é uma pessoa adorável, Chanel... E sua sinceridade, com certeza, ó... comovente.

De qualquer forma, o agradecimento era válido, independente das intenções... e da vontade de usá-la como isca de demônios vermelhos e chifrudos.

Vaca ou não... Impediu que tivesse a cabeça separada do pescoço.

Mas tudo bem... Ócios do ofício.

Enquanto caminhava até o centro do círculo, Anne pensava no corpo que deixaram para trás. Graças a confusão e o desespero motivado pela fuga, ela nem sequer enxergou quem se tratava a vítima. Outra menina da fraternidade? E suas condições? Vivo? Morto...?

As dúvidas apertaram seu cérebro e, por um segundo, roubaram a atenção de Annelisa. Até que o convidado... Bem, ele aparece. Instintivamente, ela aperta o cabo da faca com mais força, mas ainda não demonstra hostilidade. Apenas o encarava, os olhos se estreitando e... o surto de Chanel a alcança antes de qualquer manifestação por parte de ambos. Os gritos da Oberin se sobressaem aos pedidos de "calma!" da outra - CHANEL!

TÁ DIFÍCIL, VIU???

- Você precisa me escutar!!!

Só que ela não parava... além de correr, a arrastava, embora Anne mostrasse resistência. Por tal motivo, em algum instante da fuga, Chanel a soltou e, para sua surpresa, a criatura ignorava a sua presença e desapareceu junto da antipática.

- Drogaaaa.

Anne resmunga conforme opta em segui-los.

Para dar o troco e... não, não, brincadeira.

Pior do que ficar perto da víbora era ser igualada à ela.

Cruzes.

Como os perdera de vista, Annelisa se guiava pelos berros escandalosos.

Torcia para que Allie e Dean estivessem com mais sorte...

Quais eram suas chances de lutar contra o demônio usando só uma faca?

Péssimas, Anne.
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Re: [01 x 05] - Kapa Kapa Delta

Mensagem por Admin em Sex Jul 21, 2017 8:37 pm

ANNE:
------

Sera que ela realmente salvou você de alguma coisa? Afinal o que quer que esteja por baixo daquela fantasia teve tempo o bastante.

Mas...Vamos se preocupar com isso depois Anne.

Afinal voce resolve brincar de iluminado por ai

E conforme você anda, tudo que pode ver é aquele belo cenário.

Um labirinto de grama, uma neve falsa incrivelmente realista...

E sangue. Ou um rastro dele.

Talvez seguir seja uma boa....Não, é uma PÉSSIMA ideia.

Mas talvez seja a unica...O que torna um tanto decepcionante quando ele acaba...Em uma parede?

E advinha? O caminho de volta não parece exatamente como você lembrava...



Qual era o plano mesmo?
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Re: [01 x 05] - Kapa Kapa Delta

Mensagem por Admin em Sex Jul 21, 2017 8:47 pm

DEAN E ALISSON:
----------------

Mas sera que TEM algo para se furar embaixo daquela fantasia Dean?

Mas Darlene parece ficar um pouco mais...Branca quando você diz aquilo.

Desculpe policial, achei que você ia querer alertar as autoridades. My bad.

Claro que ela mal se move e concorda com a cabeça em um raro momento de silêncio, se você mandar ela nem respira.

Então não, ela vai só ficar ali quietinha.

Ninguem MAIS vai morrer certo Alisson? Afinal eu tenho certeza que você nem lembra quantos ja foram.

Sem corpos é mais dificil, eu entendo.

Mas agora vamos deixar de lado o suspense. Vocês estão, prontos e armados, encaminhado-se para o meio do labirinto.

E ele pode, e ele É bem complicado Alisson. Se vocês tivessem indo pela frente.

Curiosamente, não é o que acontece. "Entrando pela saída". Trapaceando.

Fica quase...Como uma linha reta.

Tudo parece tranquilo, até que um rastro vermelho na neve parece chamar a atenção de Dean.

Enquanto ele para, Alisson parece apenas torcer para que a confirmação dele não fosse a mais obvia: Obviamente é sangue.

Talvez estejam seguindo o rastro correto.

O grito que ecoa pelo local deixa tudo ainda mais claro.

Vocês conseguem ver a entrada ao que parece ser uma "area" mais ampla do labirinto a frente.

Claro, que se correrem podem impedir alguma coisa.

Senão...Bem, talvez o grito não tenha sido muito util e seja tarde demais.

Divertido. Ou vocês perdem, ou perdem.

Vejamos o que parece mais importante: A segurança de vocês, ou da quem tem apenas alguns segundos...
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Re: [01 x 05] - Kapa Kapa Delta

Mensagem por Dean Hartigan em Qua Jul 26, 2017 1:04 am

Depois que Allie pega o que quiser pegar, Dean fecha o capô do carro e os dois rumam para onde seria um "labirinto"?

A neve indica um rastro vermelho... e Dean já viu muito sangue nesta vida para saber que aquilo não é um mojito das loucas vairadas da fraternidade ali atrás. Ele se abaixa e toca a neve com as luvas, levando até perto do nariz...

Dean: Sangue... mas com a merda dessa neve, não dá pra saber se é recente ou não.

Então, eles ouvem um grito.

Ok, Burton... esse negócio de protetor pega mesmo. Porque eu sei que a coisa mais idiota que um ex-membro da SWAT pode fazer é entrar em um lugar sem analisar todas as opções e criar a melhor tática, mas quer saber? Foda-se!

Dean: Vamos!

Dean acelera um pouco o passo. Talvez consigam salvar alguém ali. Em uma das mãos ele carrega a glock.22 e na outra, a escopeta de cano duplo serrado.

Dean: Eu odeio labirintos...

Certo, vamos começar a entrar e seguir na direção do barulho. E eu espero realmente que ninguém pule no meio dali tentando nos dar um susto... ou as armas vão fazer um belo estrago no engraçadinho.
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Re: [01 x 05] - Kapa Kapa Delta

Mensagem por Waya Victor Ka-e-te-nay em Sab Jul 29, 2017 11:39 am

Sim, era óbvio que faltava algo.

Mas nem por isso tentaria a sorte como Bree estava fazendo.

Esperava, mesmo, que não fosse tão simples assim.

Carro vazio. Alguém conhecido?

Apenas observou o modo que Bree encarava o carro para então, finalmente, entrar na maldita mina.

Aquilo fedia.

Não o cheiro de sujeira, umidade, explosivos, ou seja lá mais o que havia naquela mina.

Victor ia caminhando a frente.

Mantinha a escopeta de cano serrado firme na mão direita, com os canos voltados para baixo, enquanto iluminava o caminho com uma lanterna tática com a mão esquerda.

Ajustou o bocal para iluminar praticamente todo o corredor.

Mas logo chegou a bifurcação.

Aquilo era até pior do que imaginava.

Esperavam por eles, era óbvio.

Parou diante da escolha, respirando fundo e coçando a testa com a escopeta.

- Isso é ótimo…

Resmungou.

Poderia simplesmente dançar conforme a música, certo?

Bree era uma caçadora treinada.

Mas, fazer exatamente o que eles queriam parecia meio… Idiotice.

Mas o grande problema era o que estava em jogo.

Bree, aparentemente, tinha alguém ali que precisava de ajuda.

E eu a garota.

Ao menos haviam entrado pouco na maldita mina.

- Vem comigo…

Pediu, fazendo o caminho de volta até o Bronco.

Logo apanhou um par de rádios HT Dual Band, bem similar ao usado por forças policiais.
Entregou um a Bree, com o fone de ouvido, assim seria fácil dela usar e chamar sem ter que tomá-lo na mão.

Equipou-se da mesma forma e finalmente retornou a mina.

Aproximou-se da bifurcação e olhou fixamente para Bree.

- Cuide-se, ok? Nos vemos no final dessa merda… - Esboçou um quase sorriso.

Talvez um sorriso que morreu antes de nascer, afinal não era nem um meio sorriso.

E tomou o caminho com seu nome na placa.
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Re: [01 x 05] - Kapa Kapa Delta

Mensagem por Annelisa Deveraux em Sex Ago 04, 2017 4:58 pm

Se ela salvou ou não, certamente será algo que iremos descobrir nos próximos instantes, porque Annelisa, quando não estava sendo caçada pelos problemas, bem... ela que os procurava, afinal. Mantendo a faca erguida, na espera de qualquer surpresinha desagradável, caminhava por dentro do labirinto, e em determinada parte do local cheio de bifurcações, Anne encontrou dificuldades para achar a dupla e começava a pensar que o pior podia ter realmente acontecido – Chanel! – gritou o nome da menina e não havia sarcasmo ou impaciência no timbre sempre tão manso.

Entretanto, à medida que avançava no cenário... aconteceu uma modificação incrivelmente sutil, que assim que ela se dá conta, já pisava em neve fofa e esta cobria uma grama baixa e verdinha, que também subia pelas laterais, fechando o ambiente em diversos caminhos típicos da proposta macabra e intimidadora.

E então, mais à frente...

Sangue.

Um longo e nítido rastro de sangue, onde o vermelho praticamente gritava sobre a brancura da macia camada.

- Ah, meu Deus... – ela arfou e, por um momento, paralisava... Porém, não demorou a se aproximar da área, e abaixada sobre os joelhos, roçou as pontas dos dedos nas concentrações espessas, certificando-se do óbvio, e também a provável quantidade de tempo que acontecera o “acidente”, mesmo que a neve prejudicasse a tarefa, talvez até a impossibilitando. E se o líquido carmesim não fosse suficiente em mostrar o trajeto, as pegadas sim.

Apesar da alarrmante sensação de seguir direto para uma armadilha, ela não possui escolhas.

Enfim, depois de consideráveis minutos de caminhada, Annelisa alcançou uma... parede? Aquilo a frustra... irrita... e assusta. Sua primeira reação foi tocar a área, procurar alguma brecha, qualquer coisa, e em seguida, lentamente, virou-se, encarando o caminho...

Que mostrava-se diferente do anterior.

- Que ótimo... – ao invés de procurar uma saída, Anne parou para refletir... – Você quer brincar comigo... – murmurou, como se o Diabão pudesse escutá-la – Não, não vai confundir minha mente... – continuou a falar conforme reiniciava o trajeto – CHANEL! CONSEGUE ME OUVIR? CADÊ VOCÊ???

Voltava a chamar pela garota, tentando, inicialmente, ignorar as alterações.

Ainda estava no mesmo lugar...

Só precisava permanecer calma.
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Re: [01 x 05] - Kapa Kapa Delta

Mensagem por Breanna "Bree" Morgan em Qua Ago 09, 2017 1:01 pm

Bree manteve-se em silencio, enquanto constatava que o carro estava mesmo vazio e que não havia pista algum de Jay ali.

No mesmo silencio, Bree seguiu Victor para dentro da mina abandonada. Diferente de Victor, apenas iluminava o caminho com a lanterna, a arma estava presa ao coldre e Bree tinha o saque rápido o suficiente para te-la em mãos no momento certo.

Se....

Existisse um momento certo.

Bree procurava não pensar em nada, esvaziava por completo a mente para que nada pudesse atrapalhar seu foco. Nem mesmo Jay.

Ou o perigo que ele corria.

Logo vinha a bifurcação, e Bree assim que viu seu nome, começou a caminhar naquela direção.

Qualé Victor, você acha que a morena pergunta a opinião de alguém para alguma coisa?

Achou mesmo que ela ia começar agora?

Foi quando ouviu a voz dele, Bree arqueou a sobrancelha, e logo voltou-se na direção de Victor.

- Vamos ler seu diário novamente para não chegar em merda de lugar nenhum? Só que você tem a foda da morte?


Bree sacudiu a cabeça e logo seguiu o índio, apanhou o radio, e o fone de ouvido, e então deu uma risada baixa.

- Que gracinha, está se preocupando já...

Bree parou em frente a bifurcação e resmungou a si mesma, mas Vic poderia ouvir.

- Foi assim que o Jay começou, e agora tá na merda, percebe? Talvez você não seja o único amaldiçoado....

Bree então sentiu o olhar serio do rapaz, e logo ouvia o que ele dizia, ela deu um sorriso torto.


- Todos nós vamos nos encontrar no final , não é Indio?...


E Bree quase viu um sorriso no rosto de Victor.

- Tomara que quando a gente se encontrar, você esteja com mais bom humor e menos roupas...


Bree uniu dois dedos beijou os próprios lábios, e logo deu as costas, caminhando na direção que apontava seu nome.
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Re: [01 x 05] - Kapa Kapa Delta

Mensagem por Admin em Sex Ago 11, 2017 10:02 pm

BREE E VICTOR:
-------------

Claro que esperam vocês. E é por isso que deixam isso claro.

Porque uma vez esperando isso...Faz vocês pensarem que nenhum planejamento em excesso faz muito sentido.

Nada contra radios comunicadores, pelo contrário. Mais uma idéia esperta de nosso indio favorito.

Mas se eles quisessem matar vocês, ja tinham matado. Vic no fundo sabe disso.

Conhecem ele, e talvez isso seja novo, mas conhecem você tambem Bree.

Talvez agora comece a saber o quanto...

O caminho de Victor é...Cara como se descreve uma mina escura?

Cada passo parece exatamente igual Victor. Não é sobrenatural, é só a porcaria de uma mina escura.

Pedras. Corredor. Chão que faz barulho matando sua furtividade.

Tudo parece normal até que você ilumina algo...E bom, não é uma dica nada discreta.

Arranhões e mais arranhões marcando a parede de pedra, como em uma flecha.

Apontando para algo.




Claro que você leva uns segundos olhando para todos os lados, revirando o gravador.

É so um gravador com uma fita Xerife. Em uma caverna escura.

Para ser mais óbvio, talvez fosse necessário um "Victor, aperte Play"

Mas não precisa, é o que você faz enquanto segue outra flecha que parece guiar o caminho.

Segundos de estática...

- Eu...Preciso ler isso para ele? Mas Porque? Eu não...Não quero, não vou! Escutem, eu ja disse...Meu pai tem dinheiro, eu estou cansada, com fome. Chega... Eu só quero ir embora. Por favor eu não...

O som é cortado. E você logo reconhece aquela voz irritante.

Blair.

Felizmente, apesar de temer a razão da interrupção ela volta a falar.

- Lobisomens...Existem diversas tribos dos mais conhecidos Licantropos, apesar da maioria serem apenas animais sem mente, perdendo a razão no primeiro sinal da lua cheia, existem lendas sobre outras tribos. As mais remotas falam sobre...Lobisomens Brancos? - Blair parece perguntar, com certo tom de duvida em sua voz. Ao mesmo tempo, você parece achar outra coisa que chama sua atenção em uma das paredes.



- Nem mesmo...Robert? Bobby, Bobby Singer, ou outros conhecidos caçadores sabem a respeito deles. Lendas, nomes, rumores. Uma suposta tribo que teria se afastado. Muitos dizem extinta. Mas o que poderiam ter feito para se afastarem?

A voz insegura de Blair parece terminar.

- É só isso? Mas...O que isso tem relação com... Espere, NÃO! POR FAVOR NÃO!! PAREM!! PAREM! PAREM! NÃO! PAREM! NÃO! NÃO! VICTOR! NÃÃO! VICTOR ELES....NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃ..

O grito ecoa mesmo com o corte final na gravação.

Talvez pela caverna, talvez em sua mente.

Mas antes procurar quase em desespero por um "Lado B", algo mais interessante chama sua atenção.

Enquanto isso, no mundo inverso...

Brincadeira, é apenas outro caminho Bree.

Ou talvez as loucuras de sua cabeça estejam ficando mais forte.

Talvez você esteja em algum tipo de purgatório pessoal, inferno pessoal.

Eu ja disse que eles lhe conhecem?

E agora você sabe...Porque consegue ver o porque lhe queriam ali.

Fotos, dezenas, talvez uma centenas de fotos coladas na parede.

Deveriam...Provavelmente são de você e Jay.

Passatempo idiota Bree. Você gostava de tirar fotos de vocês dois. Como se fosse uma falsa realidade. Um casal normal.

Mas ele não. Mas aceitava, por você.

Só lembrar disso ja deixaria você ainda mais P da vida. Sem precisar lembrar que ninguém, nem mesmo você tem aquelas fotos. Não teria como, 90% delas foram tiradas apenas em celular, e devidamente deletadas, a maioria logo depois. Pois você sabia que nada era real, era divertido brincar, fingir..Ainda é. Mas logo que você voltava a realidade...Deletava.

Ah sim, como se isso não lhe deixasse P da vida o bastante, os rostos, "seu" e de "Jay" foram devidamente apagados, riscados de maneira grosseira como algo pontudo, mas bem preciso, não existe como ter certeza serem vocês. Mesmo você fica em duvida, mesmo reconhecendo cada uma delas, sem poder ver nada do seu rosto ou o dele, é impossível confirmar.

E claro, nossa reação quando não gostamos de algo? Nos irritamos certo Bree?

Talvez você queira narrar para Victor, ou rasgar as fotos, mas em meio disso você nota mais sangue... E isso, e o rastro parecem quase hipnóticos ja a medida que você avança seguindo...Ve uma figura de costas.

Uma camisa de flanela. Parecendo um lenhador idiota.

Um boné virado para o lado, que ele parou de usar porque você dizia o tempo todo que ele parecia um idiota com ele.

Choque. Medo. Vendo a figura de costas e imóvel. Você não tem voz para falar, ela simplesmente não sai.

Demora bem mais do que parece para você, até que se aproxima e coloca a mão, temerosa no ombro.

E derruba um manequim. Um maldito de um manequim.

Bemmmmmmmm irritada Bree.

Enquanto sua voz se recupera (e xingue e esperneie o quanto quiser antes de seguir em frente) sua fonte de luz reflete algo mais a frente. Nada de muito complexo dessa vez...Apenas um texto pintado na parede...

È complicado e demorado de entender...Você segue iluminando as letras



"Se você realmente quer encontrar ele..."



"Você deveria apenas...Morrer"



"Mas talvez...Você acabe em um lugar diferente do dele....

O lado bom...Que vai te distrair dessa merda toda é que Victor tem razão, os caminhos se encontram. Você pode ve-lo.

E também, o que ele esta encarando.

Ao fundo, isso algum dia foi uma cela improvisada. Madeira, enormes pedaços de mais de 2 metros vão do teto ao chão, de maneira grosseira e desorganizada parecem  querer impedir alguém de sair em algum tipo de jaula rustica, com as paredes de pedra. Os vãos entretanto são bem amplos, eles mostram uma figura abaixada, com a cabeça entre os joelhos. Talvez aquela camisola um dia tenha sido branca, mas agora é apenas sujeira e sangue ressecado. O cabelo vermelho, completamente encardido ainda parece brilhar de alguma forma. E o choro, o sussurro..É o único som que escutam.

Bravo Victor. Eu vou lhe dar essa.

Você achou Blair. E Viva.
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Re: [01 x 05] - Kapa Kapa Delta

Mensagem por Allison Reynolds em Dom Ago 13, 2017 6:16 pm

- Eu não sei se armas de fogo podem fazer algum estrago ao atingir aquela coisa, Dean. - Allie dava de ombros, quando o policial perguntava se trocaria suas armas antes de entrarem no labirinto.

Afinal os tiros que haviam dado antes não tinham surtido nenhum efeito. E se era como atirar no vento, Allie tinha suas dúvidas que mesmo que utilizasse uma bazuca, faria algum dano naquelas coisas.

Por isso apostava suas fichas em munição de sal, por mais irônico que pudesse parecer pensar nisso, era a explicação mais racional: que aquilo que enfrentaram há pouco não era humano. Esse era o mundo deles agora, e constatar isso, quase fez Allie ter vontade de rir.

De qualquer maneira, a tatuada esperou Dean se armar e logo eles caminharam até o final do labirinto.

- Bem.... daqui até que parece simples. - disse ao encarar a linha reta que levava até a saída.

Logo eles viam a mancha de sangue no chão e Dean não era capaz de analisar se era recente ou não. Talvez tivessem arrastado o corpo da garota que estava no freezer para fora? Era uma possibilidade, mas a tensão seguia, e Allie sentia que Anne talvez estivesse com GRANDES problemas  e perdida ali no meio.

- Dean.. a gente precisa... - antes que pudesse terminar a frase, a voz sumia ao ouvir o grito que vinha ali do meio. Apenas concordando com Dean fazendo um sinal afirmativo, quando ele dizia "vamos".

O coração estava acelerado, mas os movimentos já iam praticamente no automático. Sacar a arma e manter-se alerta, conforme ia entrando no meio daquele labirinto. Assim que entraram, até a respiração era controlada para fazer o mínimo de barulho possível. Talvez pudessem pegar um deles desprevenido.
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Re: [01 x 05] - Kapa Kapa Delta

Mensagem por Admin em Dom Ago 13, 2017 7:16 pm

ANNE:
------


Perdida em um labirinto.

A cada momento, um cliche maior.

Mas pense positivo, nenhum demonio a vista enquanto você anda acreditando sabendo onde é a saida...Ou fazendo de conta.

Ja que paredes e passagens parecem querer lhe mostrar o quanto você esta errada.

Contudo, não vou deixar você vagando para sempre Anne, existem outros lugares que precisam de você precisa estar.

Assim...Logo você encontra uma luz.

E literalmente, é uma luz.

Brilhante, quase cegante no final de um corredor.

Enquanto é incapaz de recuar ou avançar, ao menos parece escutar algo familiar.

- Anne? ANNE?

Como se não bastasse uma luz, ela ainda tinha a voz de Burton.

Sabe aquela velha expressão "Não va para a luz"?

Mas desde quando você obedece conselhos?



DEAN E ALISSON:
---------------

Sempre que vocês deveriam correr, fazem questão de se prepararem...

Esperava que agora fossem mais cautelosos, mas como Dean ja fez a frente, Alisson apenas segue.

Engraçado o que pensamos nesses momentos. Alisson, sem grandes explicações, sua mente parece refletir sobre o furacão de acontecimentos que sua vida se transformou, e sua mente para....Eu sua irmã. O que ela estaria fazendo, o que estaria acontecendo com ela nesse instante. Onde ela estaria agora?

Não seria engraçado se ela estivesse...Bem ali?

Logo esse pensamento se quebra.

As garotas loiras, que lhe irritavam tanto Alisson, não vão ser mais um problema

Ja que ambas estão mortas...Tirando a Channel original e devidamente "jogadas" sem nenhum cuidado na area central.

Alias o local mais parece um gigantesco altar de sacrificio.

Seguindo o estilo de filmes de psicopatas universitários, é um gigantesco pentagrama com velas até mesmo com um "altar" em pedra no centro.

Tomara que seja apenas tinta vermelha...

E aparentemente vocês chegaram não tão tarde dessa vez.

A unica garota "não loira" que vocês conseguem se lembrar esta de joelhos, com uma das mãos onde deveria ser um olho. Deveria, ja que a quantidade de sangue que cai deixa claro que pode não ter mais nada ali. Ela respira de maneira apressada, nervosa o que pode ser explicado pela figura caida próxima a ela. Desmaiada e inconsciente, usando aquela tão conhecida fantasia vermelha, segurando uma faca nosso assassino parece ter levado a pior afinal.

Um detalhe: A "sobrevivente" tem um belo trofeu na outra mão: A Mascara.

E deixa vocês verem claramente a identidade do nosso demonio vermelho.

Emily Morgan.


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Re: [01 x 05] - Kapa Kapa Delta

Mensagem por Allison Reynolds em Qui Ago 17, 2017 11:40 am

Pensar na sua irmã em uma situação daquelas?

Em que não sabia o que havia acontecido, em que tentava caçar um assassino mascarado que por alguma razão estava matando garotas inocentes?

Então... não, não seria engraçado se ela estivesse ali. Nem de longe seria engraçado, nem se eu tivesse o tipo mais doentio de humor ainda assim não seria engraçado.

Espero que seja só um pensamento aleatório e não uma maldita intuição que eu tive.

Fazendo obviamente seu coração quase saltar do peito quando vê as meninas mortas. Poderiam ser sua irmã. Com certeza eram irmãs de alguém.

E isso é suficiente pra fazer algumas lágrimas escorrerem pelas bochechas de Allie. Não é engraçado? Você passa a maior parte do tempo tentando ser o mais durona o possível. Não se preocupando com nada, nem com o próprio bem estar para tentar salvar os outros.

Quando vem um maldito pensamento e ele é suficiente pra quase te tirar do prumo.

Percebam que eu disse QUASE.

Pois a reação de Allie é praticamente imediata. Eu não quero teorizar sobre o que aconteceu aqui, e nem continuar com esse jogo de tentar descobrir quem é o assassino. Eu quero respostas.

- Fica de olho na outra... - A tatuada sussurra para Dean, apontando levemente para Emily caída no chão, enquanto ela se aproxima da garota caolha, sem baixar a guarda.

Era irônico não era? Caolha. Igual sua versão do futuro. Allie então aponta a arma para a garota.

Sim, mesmo tudo levando a crer que Emily era a culpada e a garota mais uma vítima, não podia deixar essa brecha. Victor ficaria orgulhoso, apontar primeiro e perguntar depois.

- É uma boa hora pra me explicar o que aconteceu aqui... E onde está a Anne.

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Re: [01 x 05] - Kapa Kapa Delta

Mensagem por Annelisa Deveraux em Sex Ago 18, 2017 10:49 am

Calma...

Palavrinha interessante, não?

Ainda mais quando tal definição não parecia dialogar com a mudança cardíaca da Caçadora, apesar dos traços momentaneamente sérios. É, Caçadora sim. Não se importava com a opinião dos outros... Tinha certeza de o que passou até aqui não era nem poeira daquilo que estava prestes a enfrentar conforme continuasse na estrada de destino confuso e paradas aleatórias. Mas as escolhas passadas a definiam... E Anne sabia, sabia que não havia qualquer condição de voltar atrás, até porque as últimas descobertas impossibilitavam a normalidade.

Não que, em algum momento, sua vida pudesse ter sido considerada “comum”.

Como falam mesmo?

Pobre garota rica.

Pois é, né?

Annelisa continuava a caminhar entre as separações e nada a guiava além da própria intuição, embora algo lhe beliscasses as paredes da mente ao avisar que... Hmm, caíra numa armadilha e independente da direção que optasse seguir, ainda assim estaria fazendo exatamente o que “ele” queria. Certo... Ele quem, afinal de contas?

Era difícil até arriscar a quantidade de minutos que se encontrava naquela busca infrutífera, tanto da saída do labirinto quanto de Chanel... e as chances da garota simplesmente ter feito uma viagem só de ida para o céu – ou inferno, vai que... – eram maiores do que as de Annelisa achar o maldito trajeto.

Quando o desespero finalmente se insinuava na expressão da loura... uma luminosidade pálida atraiu o olhar castanho e, rapidamente, Anne interrompe os passos enquanto encara o local. De tão forte, a jovem ergueu a palma estendida frente ao rosto, na tentativa de alinhar a visão.  Sua capacidade de locomoção estagnou-se...

E a inércia apenas piorou ao reconhecer uma voz bastante específica.

- B-Burton...?

Os lábios tremeram de forma inconsciente.

Não era bem uma resposta assim como ele também não a questionava...

Na verdade, aparentava avisá-la.

- Não... De novo, não... – espalmou a lateral da cabeça enquanto a movia em gestos negativos – Não...

Ela encarou o chão, porém... a curiosidade agia como um combustível mortífero. Se retrocedesse... permaneceria na procura constante e, talvez, infinita. E se avançasse... Bem, certamente não era a escolha mais segura.

O Iluminado, Poltergeist... E só tendia a melhorar...

Lentamente e meio receosa, andou até a luz e torcia para não cair num filme com bonecos de ventrículo e coisas do gênero. Digamos que cada um esconde suas esquisitices... E no caso de Annelisa, pelo que andou descobrindo... Ela era um exemplo.

- Burton? Sei que não é você... Isso é...

Improvável?

Que pensamento cético, Anne.
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Re: [01 x 05] - Kapa Kapa Delta

Mensagem por Dean Hartigan em Dom Ago 20, 2017 2:18 am

Poxa, Anne... achei que passaríamos para a "segunda base" das armas de fogo. Ou você acha que todas as armas que estão ali já não foram alteradas com munição de prata e sal? Até molhadas em água benta na catedral de Nova york elas foram, mas tudo bem... você é uma garota dos clássicos. Eu admiro isso.

Dean fecha o porta-malas e eles seguem. Dentro do labirinto, eles encontram então as meninas mortas... e um dos fantasiados mortos... e uma menina chorando, encolhida sem um olho.

O policial até sente um pouco de pena. Anne chega perigosamente perto da menina e pede a Dean que fique de olho na outra.

O tira pega a enorme faca de sobrevivência, se ajoelha e encosta a sua ponta na testa da vítima com a fantasia. Se ela fizer qualquer movimento brusco, a faca vai enterrar até encostar no chão, do outro lado. Então, Dean toma o pulso da menina usando a fantasia e... morta!

Mas não custa nada garantir... um corte na garganta de orelha a orelha... um morto não vai reclamar disso, vai? Então, Dean se levanta e vai por trás da menina ajoelhada e cegueta.

Dean: Calma, Anne... tá sendo meio dura com quem acabou de passar por tanta coisa, não acha?

Dean tira seu casaco e coloca calmamente no ombro da menina.

Ele então, friamente checa as balas da escopeta de cano duplo cerrado, fazendo aquele barulho de tranca quando fecha.

Dean: Mas sabe o que me encuca? É saber que eu e Anne cravejamos os fantasiados de bala e eles sequer sentiram... e uma garotinha amedrontada, como você simplesmente deu cabo de um deles...

Agora a escopeta estava à poucos milímetros da sua nuca, moça... e os dedos de Dean já estavam começando a apertar o gatilho. Qualquer movimento em falso e a coelhinha aí leva duas balas de 12 na parte de trás da cabeça. Balas que fariam um buraco na lateral dum rinoceronte branco.

Dean: Então, eu vou dizer o que acho. Eu acho que você fez mais 3 vítimas e trocou de roupas com uma das duas... assim você pode esfriar a pista da nossa caçada. Então, eu vou contar até cinco e você vai me dizer a verdade, ou amanhã os pombos vão se alimentar com o que quer que saia de dentro da sua cabeça, entendeu? Um... Dois...

Dean não estava blefando. Se ela não falasse nada, ou fizesse qualquer movimento brusco, ele iria disparar bem na nuca dela.
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Re: [01 x 05] - Kapa Kapa Delta

Mensagem por Waya Victor Ka-e-te-nay em Dom Ago 20, 2017 12:57 pm

Sim, infelizmente, eu sei que se eles quisessem nos atacar, já teriam atacado.

O que me leva a pensar...O que raio querem conosco?

Aproximou-se dos arranhões e passou o dedo sobre eles.

Chegou a pegar um punhado da areia que se desprendia da pedra e a levou próximo das narinas, tentando ver se havia algum cheiro característico que ficara impregnado na rocha.

Por fim, o maldito gravador.

O iluminou e o vistoriou com calma, chegando até abrir o compartimento das baterias.

Nada de anormal.

Finalmente, apertava o play no maldito aparelho.

Cerrava os olhos ao ouvir aquela voz.

Blair.

O coração chegava até perder o ritmo.

Droga.

Esteja viva, garota… Estou chegando.

E vinha a interrupção.

Faça o que eles pedem.

Ganhe tempo.

Era um pensamento ridículo, afinal era uma gravação… Não era algo ao vivo.

Mas na vã tentativa de ter esperanças, pensava assim.

E quando ela retomava, ele sentia alívio.

Conforme caminhava, viu o desenho na parede.

Rapidamente, sacou seu telefone e bateu uma foto dele.

Lobisomens brancos?

Realmente… Nunca havia ouvido falar naquilo. E eles conheciam Bobby? Alguém tão cuidadoso quanto Bobby...

Mas não fazia sentido.

E então vinha os gritos.

- Não… - Sussurrou, conforme passava a correr.

Blair.

Esteja viva.

Os gritos ecoavam em sua mente.

Precisava manter o foco.

A calma.

Logo, sua corrida lhe dava de frente com Bree.

Ele a interrompia, respirando fundo.

- Está tudo bem?

E logo vislumbrava a jaula.

Aproximava-se devagar, mantendo a escopeta em punho, firme.

Até reconhecer a figura.

- Blair? - Chamou, de modo hesitante.

Caso ela o respondesse, se adiantaria para remover a madeira e dar um jeito de abri-la.

E assim que conseguisse, daria um gole de água para a garota… De um cantil que Bree, agora, conhecia bem.
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